Review feito ao Windows 7 M1


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O site TG Daily publicou um review feito ao Windows 7 M1 (Milestone 1). Aqui fica a tradução desse artigo.

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O sistema operativo Windows Vista custou vários milhões de dólares para o seu desenvolvimento e teve como objectivo principal revolucionar a forma como nós trabalhamos com o computador. Isso aconteceu, ainda que de forma incompleta, o Vista recebeu mais críticas do que os sistemas operativos anteriores. Mas claro que não é aquilo a quese poderá chamar uma falha, visto que mais de 100 milhões de cópias foram vendidas em 1 ano.

Eu pergunto-me: Aonde a Microsoft irá a partir de agora? O Vista SP1 é uma revisão anual e uma actualização para o sistema operativo, mas estarão para ficar as ideias do Vista? A conversa sobre o 7 (Windows 7) já começaram a ganhar atenção- e é claro que eu estava interesado em que ideias a Microsoft tem para o sucessor do Vista. Com a sorte que tive, estou numa situação que me permite testar este software mais cedo. E aqui fica a minha impressão.

Consegui obter a imagem DVD do Windows 7 M1 (2.7 GB o tamanho do ficheiro) para criar o disco necessário para instalá-lo. Esta versão M1 não é uma versão Windows autónoma, precisa do Vista como base. Para ser exacto, o Vista não é suficiente, precisa-se do Vista SP1, que poderá ser obtido em Março, mas que está disponivel já para parceiros Microsoft. No meu computador baseado num Core 2 Duo, o M1 instalou por cima do Vista Ultimate com SP1 sem problemas.

A instalação em si é muito parecida com a do Windows Vista, indicando que a Microsoft ainda não dedicou tempo a esta parte do software. O que é interessante é que a M1 só pode ser comparada com o Vista SP1.

Depois de ter conseguido colocar o Aero a funcionar outra vez (terá de se ajustar manualmente o Windows Experience Index), começa-se a perguntar o que é realmente diferente aqui. Tenho andado a explorar o Windows 7 e ele simplesmente trabalha com o Vista nesta etapa. Todos os ícones continuam os mesmos, o look do sistema também continua a ser o mesmo e a maior parte das funcionalidades continuam na mesma- alguns crashes e incompatibilidades aqui e ali devido ao código ser precose.

O M1 inclui uma instalação dual-boot automática, que descobri mais tarde. O sistema onde instalei sobre forma de actualização tornou-se num sistema dual-boot. Sim, admito que não li o EULA (quem o faz, principalmente numa versão tão adiantada como esta). Então o meu sistema tem a opção de arrancar ou com o Windows 7 ou com o Windows Vista Ultimate.

Poderá explorar ainda mais o Windows 7, mas eu não consegui encontrar alguma coisa de interessante. O sistema parece estar ligeiramente mais rápido do que o Vista- a utilização da memória ronda os 500 MB sem nenhuma software a correr em background. No entanto, o novo potencial linear do novo kernel ainda não está presente.

Não é dificil de chegar à conclusão de isto será aquilo que o Windows 7 irá ser. O que acontece aqui é que o Windows Vista serve (actualmente) de “capa” do novo código. O simples objectivo da M1 é conseguir ter uma ideia de quão estável e compatível é o novo código com o hardware e software. Se a o Windows Vista não estivesse presente na M1, só iria ser o código numa interface gráfica básica. Isto mostra-nos o quão cedo está o desenvolvimento do Windows 7. Claro que o tempo passa, e não me surpreendia se a interface gráfica (GUI) mudasse. Cada versão (do Windows 7) trará algo de novo.
Assim aconteceu no passado e não há qualquer razão para alterar essa abordagem agora.

Bem, então quando veremos o Windows 7 nas lojas?

A Microsoft disse que iriam ser, pelo menos, três anos de desenvolvimento, o que coloca 2010 ou 2011 como ano de lançamento. Ainda relembramos os atrasos do Vista. Por isso 2011 deve ser um bom palpite. No entanto o que me surpreendeu, é que a fonte que me disponibilizou a M1, bem como a sua documentação, revelou-me que a data podia ser adiada.

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