Xbox 360 2.0
Livebetas tinha anúnciado Xbox III, mas afinal é a Xbox 360 2.0, a minha fonte na altura também não tinha grandes detalhes.
Hoje ao passar por um dos nossos sites queridos, verifiquei que Livebetas sempre teve razão!
XboxTeamPortugal escreveu:
O Fim Da Crónica De Uma Morte Anunciada
Embora não fosse uma completa surpresa, devo confessar que a revelação do novo ambiente gráfico da 360, e suas funcionalidades, despertou em mim um entusiasmo que há muito não sentia. Habituado que estou a considerar os jogos como o foco principal de atenção, alterações estéticas a um sistema que para mim, desempenha de forma eficaz a sua função, não são aquilo que mais me interessa. No entanto, face ao que foi revelado, não posso deixar de pensar que mais uma vez, a Microsoft antecipa aquilo que é a tendência do mercado, fornecendo uma experiência cada vez mais social, no seio da sua componente online. Senão, vejamos:
O recurso aos Avatares, é uma verdadeira jogada de mestre. O êxito de experiências como The Sims, World of Warcraft ou Second Life, revelam a apetência natural que todos temos em criarmos identidades virtuais, encarnando personagens muitas vezes opostas ao que realmente somos. No entanto, parece-me a mim que a Microsoft não caiu no erro de tornar toda a experiência muito complexa, tornando-a maçadora para a maioria do seu target específico. Tudo o que teremos de fazer é criar o nosso representante virtual, mudar de roupa de vez em quando e pouco mais. Nada de casas para mobilar, jardins para frequentar ou lojas para visitar. Esta comparação com o futuro serviço da PS3 não é inocente. Apesar de o mesmo ser bastante ambicioso, sempre achei que para a grande maioria dos jogadores, as características de um serviço dessa natureza seriam, talvez, demasiado complexas. Afinal, o que todos queremos é jogar. Em termos genéricos, casas, parques e lojas é mais coisa de “gajas”, se é que percebem onde quero chegar.
Outro grande salto em frente no desenvolvimento do Xbox Live são as partys até 8 amigos. Embutir essa funcionalidade no sistema da consola, torna a experiência muito mais imediata e acessível. Afinal de contas, nem todos os membros do XBL têm um CoD4 ou um Halo 3 de forma a poder reunir-se em convívio com os demais. A possibilidade de nessas reuniões existirem a partilha de fotos, o visionamento de filmes (numa fase inicial, reservado aos EUA) e o arranque para as mais diversas actividades dentro do universo XBL, dá uma dimensão verdadeiramente épica a uma componente que há 5 anos atrás estava a dar os seus primeiros passos.
Por último, uma palavra para a renovação visual associada a todas estas alterações. É inegável o aspecto actual e funcional que o novo ambiente gráfico a implementar possui. Mesmo aqueles que logo vieram contestar estas mudanças, com atitudes típicas de um qualquer velho do Restelo, não conseguirão resistir a uma solução que transpira sofisticação, mantendo, no entanto (por aquilo que foi dado a ver), toda a facilidade de manuseamento que caracteriza o actual sistema.
A Microsoft, definitivamente, não andou a dormir. A transformação da 360, já de si líder em termos de experiência social, é a confirmação da aposta da empresa de Redmond, num produto actualizado, com as baterias apontadas à massificação do jogo online. Quando muitos já davam a 360 como uma solução datada e com reticentes hipóteses perante uma PS3 em ascensão, eis que uma revolução feita através de software cimenta de novo a vantagem existente, colocando um grande ponto de interrogação sobre o desfecho da disputa entre os dois pesos pesados desta nova geração.
Quanto a nós, os ganhos são mais do que evidentes. Nunca na história dos videojogos, foi tão interessante ser-se jogador.
Longa vida à concorrência!






















